\documentclass[11pt,a4paper]{article} \usepackage[portuguese]{babel} \usepackage[lining]{ebgaramond} \usepackage{style} \setlength{\parindent}{0em} \setlength{\parskip}{2ex} \title{Practical Assignment \#2} \author{ João Neto -- 2023234004\\[1em] Vasco Alves -- 2022228207 } \begin{document} \maketitle \newpage \tableofcontents \newpage \section{Introdução} Este projeto tem como âmbito implementar, uma rede virtual privada (VPN) num cenário de road-warrior, configurar \textit{two-factor authentication} (2FA) com os serviços OpenVPN e Apache, e gerir certificados X.509 utilizando OCSP. % NOTE(vasco): Eu acho que basta explicar o cenario e explicar como decidimos % implementar <- yeah agree, also esta introdução acho que é boa fala sobre o objetivo % e o cenario, e porque é que o nosso cenario é como é. Não sei se a parte das razões de %segurança devia estar nesta parte ou na conclusão como perpetiva futura e reflexão, mas aqui %também não está mal. % Para tal, foi implementado um servidor e um cliente OpenVPN, certificados por uma % autoridade central (CA) que em si é \textit{self-signed}. Para além disto, foi implementado % um sistema de autenticação de dois factores através do plugin % \textit{google-authenticator} para o OpenVPN e para o servidor de Apache. Decidimos utilizar apenas três máquinas virtuais: o cliente (ou \textit{road warrior}), a \textit{gateway} que utiliza OpenVPN e um servidor interno com OpenSSL e Apache. Isto simplifica a elaboração do projecto, mas por razões de segurança poderia querer separar a máquina de OpenSSL de outras máquinas destinadas a serviços da rede intera, pois esta contém o \textit{certificate authority} CA. % Ambos o OpenVPN eo servidor Apache utilizam 2FA, % recebendo o utilizador, e uma password que é uma concatenação da palavra-passe do utilizador % e de uma password temporária (TOTP) de 6 dígitos. O servidor de Apache implementa a mesma autenticação. \begin{tabular}{l l l} {\bf Nome} & {\bf Script} & {\bf Rede} \\\toprule Road Warrior & VM\_ROAD\_WARRIOR.sh & Rede Externa 193.168.0.0/24 \\ VPN Gateway & VM\_OPENVPN\_GATEWAY.sh & Router \\ OpenSSL / Apache & VM\_OPENSSL\_APACHE.sh & Rede Interna 10.60.0.0/24 \\ \end{tabular} \section{Preparação Inicial} \subsection{Criação de Certificados} Os certificados utilizados foram auto-certificados por uma autoridade central que ``pertence'' à máquina de OpenSSL. Esta mesma faz a gestão da lista de revogação. Todas as chaves foram criadas no mesmo computador, com as variáveis que estão neste código, aspetos importantes para mais tarde serão os parâmetros de CN que precisam de ser passados mais tarde para aceder ao Apache e ao gateway. Numa situação normal teríamos uma autoridade de certificação para enviar e no fundo gerir todos, mas para este cenário podemos inicializar as máquinas com as chaves, requests e certificados necessários. \begin{codeblock}[bash]{create\_all\_keys.sh} cert_ca="/C=PT/ST=Coimbra/L=Coimbra/O=UC/CN=CoimbraVPN" cert_vpn="/C=PT/ST=Coimbra/L=Coimbra/O=UC/CN=gateway" cert_user="/C=PT/ST=Coimbra/L=Coimbra/O=UC/CN=warrior" cert_apache="/C=PT/ST=Coimbra/L=Coimbra/O=UC/CN=apache.coimbra" openssl genrsa -out "ca.key" 2048 openssl req -x509 -nodes -days 365 -key "ca.key" -out "ca.crt" -subj "$cert_ca" openssl genrsa -out "vpn.key" 2048 openssl req -new -key "vpn.key" -out "vpn.csr" -subj "$cert_vpn" openssl ca -batch -in "vpn.csr" -cert "ca.crt" -keyfile "ca.key" -out "vpn.crt" -config cheese.cfg openssl dhparam -out "dh2048.pem" 2048 openvpn --genkey secret "ta.key" openssl genrsa -out user.key openssl req -new -key user.key -out user.csr -subj "$cert_user" openssl ca -batch -in "user.csr" -cert "ca.crt" -keyfile "ca.key" -out "user.crt" -config cheese.cfg openssl genrsa -out apache.key openssl req -new -key apache.key -out apache.csr -subj "$cert_apache" -addext "subjectAltName = IP:10.60.0.1,DNS:apache" openssl ca -batch -in "apache.csr" -cert "ca.crt" -keyfile "ca.key" -out "apache.crt" -config cheese.cfg openssl --genkey secret ta.key \end{codeblock} Como o CA foi criado ``\textit{in place}'', e não na sua pasta prédefinida, foi necessário utilizar um configuração própria para definir os ficheiros \textit{index.txt} e \textit{serial}. \begin{codeblock}[bash]{cheese.cfg} [ ca ] default_ca = CA_default [ CA_default ] default_days = 365 database = index.txt serial = serial copy_extensions = copy new_certs_dir = . default_md = sha256 policy = policy_any [ policy_any ] commonName = supplied \end{codeblock} \subsection{Configuração geral} Para configurar as VMs era preciso introduzir os mesmos comandos várias vezes, o que levava muitas vezes a erros de escrita, ou a correr o mesmo comando várias vezes, por isso criamos vários ficheiros .sh para conseguir facilitar o processo. A utilização de ficheiros .sh também vem com outros positivos pois facilita a testagem, e a recriação do cenário rapidamente. No entanto para os serviços que configuramos, instalar, desativar e dar flush às iptables não foi suficiente, tivemos que criar pastas e sincronizar os relógios de todas as VMs visto que elas estarem ligeiramente atrasadas nunca conseguíamos acertar na password do google-authenticator visto que utiliza o tempo local para calcular a sua chave. \begin{codeblock}[bash]{VM\_CONFIG.sh} yum install -y epel-release yum install -y openvpn iptables-services dhcp-client systemctl stop firewalld systemctl disable firewalld systemctl mask firewalld systemctl enable iptables iptables -F CA_DIR="/etc/pki/CA" mkdir -p "${CA_DIR}/newcerts" mkdir -p "${CA_DIR}/private" touch "${CA_DIR}/index.txt" cp ca/serial "${CA_DIR}/serial" mkdir -p /etc/openvpn/server mkdir -p /etc/openvpn/client # NOTE(vasco): tive problemas com a sincronizacao de tempo # se nao tiver sincronizado, o TOTP nao funciona systemctl stop chronyd ntpdate pool.ntp.org systemctl start chronyd \end{codeblock} \section{VPN Gateway} \subsection{Configuração da Máquina} Como já foi dito anteriormente, cada máquina vem com um \textit{script} que instala toda a configuração necessária. Para que a gateway funcione como router entre a rede externa e a rede interna, foi necessário ativar o \textit{IP forwarding} no kernel e configurar as regras de \textit{iptables} para permitir o tráfego da VPN e realizar o mascaramento de IP (NAT). % NOTA(vasco): Não temos regras de DROP a packets % talvez deviamos mudar isso nao sei <- não diz nada no enunciado ¯\_(ツ)_/¯ % também o trabalho não é sobre ip tables por isso it does make sense não fazer drop %e utilizar as regras apenas para encaminhar corretamente. % Colocar isso na conclusão tho \begin{codeblock}[bash]{VM\_VPN\_GATEWAY.sh} #!/bin/bash # --- configuracao --- # source VM_CONFIG.sh yum install -y google-authenticator qrencode ntpsec # --- forwarding --- # if_fora="enp0s8" ip_fora="193.136.212.1" if_dentro="enp0s9" ip_dentro="10.60.0.3" mega_tunel="tun0" ip_mega_tunel="10.8.0.0/24" ifconfig $if_fora $ip_fora netmask 255.255.255.0 ifconfig $if_dentro $ip_dentro netmask 255.255.255.0 echo "net.ipv4.ip_forward = 1" >> /etc/sysctl.conf sysctl -p /etc/sysctl.conf iptables -I INPUT 1 -p udp --dport 1194 -j ACCEPT iptables -I FORWARD 1 -i $mega_tunel -o $if_dentro -j ACCEPT iptables -I FORWARD 1 -i $if_dentro -o $mega_tunel -j ACCEPT iptables -I FORWARD 1 -i $mega_tunel -o $if_fora -j ACCEPT iptables -I FORWARD 1 -i $if_fora -m state --state ESTABLISHED,RELATED -j ACCEPT iptables -t nat -A POSTROUTING -s $ip_mega_tunel -o $if_fora -j MASQUERADE iptables-save > /etc/sysconfig/iptables # --- vpn server --- # vpn_dir="/etc/openvpn/server" cp ca/ta.key $vpn_dir cp ca/ca.crt $vpn_dir cp ca/vpn.key $vpn_dir cp ca/vpn.crt $vpn_dir cp ca/dh2048.pem $vpn_dir cp conf/vpn.conf $vpn_dir cp conf/ocsp-verify.sh $vpn_dir cp conf/totp /etc/pam.d/ systemctl enable --now openvpn-server@vpn.service \end{codeblock} \subsection{Configuração do Serviço OpenVPN} O servidor OpenVPN utiliza um certificado X.509 assinado pelo nosso \textit{Certificate Authority} (CA). E faz uso de um script \texttt{oscp-verify.sh} para validar ou revogar os certificados através do servidor OCSP. \begin{codeblock}{vpn.conf} local 193.136.212.1 port 1194 proto udp dev tun verb 4 ca /etc/openvpn/server/ca.crt cert /etc/openvpn/server/vpn.crt key /etc/openvpn/server/vpn.key dh /etc/openvpn/server/dh2048.pem topology subnet server 10.8.0.0 255.255.255.0 push "route 10.60.0.0 255.255.255.0" # ocsp and revocation script-security 2 tls-verify /etc/openvpn/server/ocsp-verify.sh # auth cipher AES-256-GCM auth SHA256 plugin /usr/lib64/openvpn/plugins/openvpn-plugin-auth-pam.so totp tls-auth /etc/openvpn/server/ta.key 0 \end{codeblock} Foi criado o ficheiro \texttt{totp} com a configuração de autenticação a ser utilizada pelo plugin de PAM para o openvpn. \begin{codeblock}{totp} auth required pam_google_authenticator.so forward_pass auth required pam_unix.so use_first_pass account required pam_unix.so \end{codeblock} Este script simplesmente comunica com o servidor OpenSSl e verifica o resultado. \begin{codeblock}{ocsp\_verify.sh} #!/bin/bash # fonte: https://github.com/OpenVPN/openvpn/blob/master/contrib/OCSP_check/OCSP_check.sh ocsp_url="http://10.60.0.1:8888" issuer="/etc/openvpn/server/ca.crt" nonce="-no_nonce" verify="/etc/openvpn/server/ca.crt" check_depth=0 cur_depth=$1 common_name=$2 if [ -z "$issuer" ] || [ ! -e "$issuer" ] || [ -z "$verify" ] || [ ! -e "$verify" ] || [ -z "$ocsp_url" ]; then exit 1 fi if [ $check_depth -eq -1 ] || [ $cur_depth -eq $check_depth ]; then eval serial="\$tls_serial_${cur_depth}" if [ -n "$serial" ]; then status=$(openssl ocsp -issuer "$issuer" "$nonce" -CAfile "$verify" -url "$ocsp_url" -serial "${serial}" 2>&1) if [ $? -eq 0 ]; then if echo "$status" | grep -Eq "(error|fail)"; then exit 1 fi if echo "$status" | grep -Eq "^${serial}: good" && echo "$status" | grep -Eq "^Response verify OK"; then exit 0 fi fi fi exit 1 fi \end{codeblock} \subsection{Erros} Um dos erros que encontramos pelo caminho foi que o OpenSSL OCSP espera que o \textit{serial} esteja num formato diferente do que o esperado. Foi necessário converter para hexadecimal primeiro. Adicionalmente, devido às restrições de segurança do \textit{systemd}, foi necessário desativar o \texttt{ProtectHome} no serviço do OpenVPN para que o plugin PAM consiga ler os ficheiros de segredo do Google Authenticator localizados nas diretorias \textit{home} dos utilizadores. \begin{codeblock}{override.conf} [Service] ProtectHome=false \end{codeblock} \subsection{Configurar o utilizador com TOTP} Primeiro, na gateway, entramos como o utilizador desejado e obtemos a chave do gerador de palavras passes temporárias. Ao inserir a chave no \texttt{google authenticator} podemos obter um código QR, a nossa primeira chave de 6 dígitos. \begin{figure}[h] \centering \includegraphics[width=8em]{google-authenticator} \end{figure} \begin{codeblock}[bash]{} su john google-authenticator \end{codeblock} \section{VPN Client (Road Warrior)} \subsection{Configuração da Máquina} ads \subsection{Configuração do Cliente OpenVPN} O cliente encontra-se na rede externa (\texttt{193.136.212.10}) e liga-se à VPN gateway na porta 1194. Para garantir a segurança, utilizamos autenticação mútua (os certificados X.509) e um \textit{two factor authentication} (2FA) como palavras-passe temporárias, geradas através do \textit{Google Authenticator}. \begin{codeblock}{client.conf} client dev tun proto udp remote 193.136.212.1 1194 ca ca.crt cert user.crt key user.key auth-user-pass cipher AES-256-GCM auth SHA256 \end{codeblock} \subsection{Testes} % TODO: screenshots? dizer que erros exatos nos obtemos a cada etapa % TODO: erros ortograficos lol Para verificar que o OCSP funciona correctamente, o cliente conectou ao servidor OpenVPN: primeiro, sem o servidor OCSP a correr, uma segunda vez com ele a correr e com o certificado correcto e uma terceira vez com um certificado revogado. Fizemos estes testes sabendo que o cliente e o servidor já estavam correctamente configurados. Verificamos que, como é suposto: sem OCSP não é possivel autenticar; com OCSP e com certificado válido, podemos autenticar; e com OCSP mas com certificado revogado, a autenticação falha. \section{Servidor Apache e OCSP} \subsection{Configuração da Máquina} asd \subsection{Configuração do Serviço Apache} O servidor interno (\texttt{10.60.0.1}) alberga o serviço Apache e o responder OCSP da autoridade de certificação. \subsubsection{Testes} 1. verificar que é necessário o dominio, 1. verificar que é necessário o https, 1. verificar que é necessário o certificado, \subsection{Configuração do Serviço OpenSSL} \begin{enumerate} \item Estabelecer a ligação VPN e verificar a conectividade à rede interna. \item No diretório da autoridade de certificação (máquina \textit{host}), revogar o certificado do utilizador: \begin{codeblock}[bash]{revoke.sh} openssl ca -revoke user.crt -config cheese.cfg -keyfile ca.key -cert ca.crt \end{codeblock} \item Atualizar o ficheiro \texttt{index.txt} no servidor OCSP e reiniciar o serviço para carregar o novo estado de revogação. \item Tentar estabelecer uma nova ligação VPN e verificar que a autenticação falha devido à resposta \texttt{revoked} do responder OCSP. \end{enumerate} \subsubsection{Testes} Podemos validar que o OCSP 1. verificar que recebe os certificados e responde 1. verificar que revocation funciona \section{Teste Integrado} verificamos coisas \section{Conclusão} % Conclusão!!!! Atingimos o objetivo deste trabalho, conseguimos configurar o VPN tunnel, o two-factor authentication e conseguimos criar e retirar acesso aos certificados que emitimos. Utilizar mais maquinas para simular um cenario maior seria redundante, teriamos que emitir mais certificados mas não iamos aprender muito mais. Se fossemos aplicar o que fizemos no trabalho anterior podiamos dar DROP aos pacotes que não nos interessa nesta cenario, e implementar suricata para identificar possiveis ataques nos serviços. %È estranho que para uma cadeira de cybersegurança nós implementamos %pouca you know segurança. % Para aprofundar (???) yeah \end{document}